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Resenha literária: A Busca do Graal - O Arqueiro

Hoooi! E ai, pessoal?!
Geeente, como assim já estamos no dia 06? Ontem eu estava gritando "3,2,1...Feliz 2014!". Pisa no freio, janeiro!
A resenha de hoje não é de make, mas é super bacana: O Arqueiro! Postei uma foto da capa dele no meu Instagram, quando resolvi dar uma segunda chance para a trilogia. A primeira vez que eu comecei a ler, não fui muito com a cara dele. Estava na vibe 1822 (1822, Laurentino Gomes) e aí nada mais evoluído que um cacho de bananas estava me chamando a atenção. Peço desculpas, pois isso foi quase uma heresia.


O Arqueiro é o 1º livro da trilogia A Busca do Graal, escrita pelo meu mais novo ídolo Bernard Cornwell. O livro é um romance medieval, que se passa no início da tão marcante Guerra dos Cem Anos. A guerra, na verdade, durou 116 anos mas - por razões que eu desconheço, foi arredondada para 100 anos. Como vocês devem saber, o conflito foi entre a França e a Inglaterra e, como quase todas as lides, o objetivo era ter poder. Poder de reino, mas ainda sim era poder.

Já sentiram aquela palpitação no coração e a vontade interminável de não desgrudar de um livro enquanto a história não terminar?! Pois. #myfeelings
O livro - resumidamente e sem spoiler, trata da história do jovem Thomas. Um talentoso arqueiro inglês que faz parte de uma espécie de bando caça-tesouros. Era muito comum na Inglaterra medieval a existência de grupos assim. Geralmente nobres contratavam esses homens para ajudá-los a dominar cidades inimigas e sequestrar pessoas importantes na intenção de requerer um resgate. 
Então, o Thomas viu o lobo na pele do cordeiro. Assistiu ao assassinato do pai e ao roubo de uma das relíquias da cristandade: A lança de São Jorge. Não, gente. Não é a planta. É a lança mesmo. A Tal.

Então, o Tom prometeu ao falecido pai que iria recuperar a lança e devolvê-la ao real dono. Ah, uma observação: O pai do Tom era padre e, talvez por isso, o arqueiro era muito, muito, muito católico e ligado às questões cristãs. 



Se eu falar mais, será spoiler e, claro, eu não vou fazer isso. Não vou destruir a curiosidade de vocês. Leiam o livro!
O modo de escrever do Bernard Cornwell é uma dádiva! Ainda mais a tradução que, por incrível que pareça, foi muito bem feita e em nada prejudicou a escrita do Bernard. Eu tive a curiosidade de procurar um trecho do livro em inglês e me surpreendi com o nível da tradução para o português. Muito bem feita!

Pessoa que agora lê o presente texto, se você gosta de histórias medievais, romances de guerra e narrativas históricas, indico que leiam a trilogia. Não posso, contudo, afirmar sobre toda a trilogia, porque ainda não li o segundo livro - ele vai chegar para mim essa semana!, mas, pelo que já pude perceber no primeiro livro o negócio é brutal!

Ah, só um trechinho, vai! Só um pedaço pode:





2 comentários:

  1. O Graal não é isso. Nem o famoso Cálice.
    Recomendo que você leia O Código Da Vinci.

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  2. Ooi

    O Graal e a lança de São Jorge são diferentes itens.
    No livro em questão, a lança é de maior importância para o Tom, embora a trilogia se chame A busca do Graal.
    O título só faz sentido no fim do primeiro livro.
    Anyway, obrigada pela indicação!

    ResponderExcluir

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